Através da leitura do texto e discussão a respeito do conceito de programática de Flusser, chegamos à conclusão de que as ideias iniciais não estavam pautadas na apropriação do espaço de maneira completa e propiciada pela mera existência da intervenção, e sim por conceitos finalísticos e programáticos (a mencionada necessidade de interação p´revia com os espaços agregados ao mezanino). Seria necessário, portanto, pensar na intervenção como algo que expandisse o potencial do local, sem tornar aquilo que quisessemos propiciar obstacuralizante e direcionador. Assim, concluímos que as melhores ideias seriam trabalhar com a disposição de fios coloridos que convidassem o usuário ao toque e contato, o que resultaria em sonoridades que remetessem a casa da Glória.

Fora proposta simultaneamente a presença de um quebra cabeça tridimensional em larga escala, que permitiria o usuário montá-lo a fim de compor estruturas distintas que poderiam ser usadas como ele bem entendesse para melhor apropriação do mezanino (formando sentáveis ou tapumes que dividiaram o mezanino da sala de estudos). Essa ideia fora inicialmente inspirada pela função do cobogó, um elemento que permite privacidade e interação simultâneas,e também fora usado como inspiração para a montabilidade das peças a obra vida "Bichos", de Lygia Clark.


Grupo: Joana Vaz, João Gabriel Martins, Karoline de Oliveira, Luísa Lima, Marina Gomes e Thais Soares.
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